Razões para percorrer o Trilho dos Pescadores em Portugal
✓ Explore uma das paisagens costeiras mais bem preservadas da Europa, passeie pelo Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.
✓ Uma caminhada única! Ao contrário de muitos trilhos para caminhadas no interior, o Trilho dos Pescadores segue a costa selvagem, muitas vezes em caminhos de areia e margens de falésias. É uma aventura fisicamente envolvente com vistas gratificantes.
✓ Envolver-se com as tradições locais O trilho passa por comunidades tradicionais de pescadores antigos com tradições que foram transmitidas através de gerações.
✓ Provar marisco fresco, como percebes e cataplanas, conhecer produtos artesanais.
✓ Descoberta cultural: explorar a história multifacetada da Península Ibérica
✓ Um trilho da Liberdade, o Trilho dos Pescadores não é uma caminhada cheia de gente ou demasiado turística. Pode experimentar momentos de pura solidão, onde se pode reconectar consigo mesmo e apreciar alguns dos melhores pores-do-sol que alguma vez verá.
Itinerário do Trilho dos Pescadores de Odeceixe a Sagres

92
KM
6
Noites
7
Dias
Odeceixe – Aljezur – Arrifana – Carrapateira – Vila do Bispo – Sagres – Salema – Lagos
Dia 1: Odeceixe
Bem-vindo a Odeceixe, uma vila pitoresca situada entre o Alentejo e o Algarve e uma das mais queridas portas de entrada para o Trilho dos Pescadores.
Aqui, o rio Seixe serpenteia preguiçosamente em direção ao oceano, separando duas regiões e criando um dos mais belos cenários costeiros de Portugal. Passeie pelas ruelas caiadas de branco da antiga aldeia, onde as casas de tons azuis, os pequenos cafés e as lojas locais captam o ritmo tranquilo da vida rural junto ao mar.
A uma curta distância a pé, encontra-se a Praia de Odeceixe, uma praia deslumbrante emoldurada por falésias e dunas, onde o rio encontra o Atlântico numa curva perfeita de areia. Veja os surfistas a surfar nas ondas, mergulhe os pés na água fresca ou simplesmente desfrute do horizonte amplo enquanto o sol se põe atrás das falésias.
Odeceixe ainda mantém o seu encanto simples e autêntico. Os agricultores trabalham nos campos circundantes, os pescadores saem ao amanhecer e o ritmo de vida move-se suavemente com as marés. Ao fim da tarde, prove os sabores da região num dos acolhedores restaurantes da vila, peixe fresco grelhado, salada de polvo ou a clássica cataplana de marisco acompanhada de vinho local.
É o local perfeito para abrandar o ritmo, respirar o ar do mar e preparar-se para a sua viagem para sul, ao longo do Trilho dos Pescadores, onde a beleza selvagem da costa portuguesa se revela passo a passo.
—
Alojamento: Alojamento Rural / Casa de Hóspedes
Dia 2: Odeceixe até Aljezur
Seguindo para o interior, o trilho transita para uma mistura de terras agrícolas, colinas onduladas e vistas costeiras. Nesta etapa destaca-se a agricultura tradicional, nomeadamente a cultura da batata-doce.
Aljezur é uma cidade histórica, dominada pelo seu castelo mouro, construído no século X. O castelo oferece vistas panorâmicas sobre a região, enquanto as ruas de calçada e as casas caiadas de branco da vila proporcionam uma viagem no tempo. O Castelo de Aljezur é um dos castelos representados na bandeira nacional portuguesa.
Não perca a especialidade local, a batata-doce de Aljezur, celebrada anualmente no Festival da Batata-doce. Para os amantes de sobremesas, prove os pastéis, os bolos e o pudim de batata-doce, bem como os fritos cobertos com calda de açúcar ou mel, que também são especialidades locais.
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Perfil aproximado do percurso a pé
Nível de dificuldade: Médio
Distância: 19 km
Ponto mais alto: 115 m.a.n.m.
Ponto mais baixo: Nível do mar
Ganho de elevação: 230m
Perda de elevação: 210m
—
Refeições: B
Alojamento: Alojamento rural / Casa de hóspedes
Dia 3: Aljezur até Arrifana
Esta etapa leva-nos de volta à costa, com extensões de praias deslumbrantes e falésias dramáticas.
A Arrifana é um paraíso para os surfistas, pois a praia é abrigada por imponentes falésias. Nas proximidades, encontram-se as ruínas do Ribat da Arrifana, uma fortaleza do século XII. O nome “Arrifana” vem da palavra árabe para murta, uma planta que cresce na zona.
Não deixe de provar os pratos locais, como o polvo em azeite, a caldeirada de peixe, as moreias fritas e o polvo com batata-doce.
—
Perfil aproximado da caminhada
Grau de dificuldade: Médio
Distância: 17 km
Ponto mais alto: 112 m.a.n.m.
Ponto mais baixo: Nível do mar
Ganho de elevação: 360m
Perda de elevação: 310m
—
Refeições: B
Alojamento: Alojamento rural / Casa de hóspedes
Dia 4: Arrifana até Carrapateira
O dia de hoje será marcado por paisagens cruas e indomáveis, perfeitas para quem procura a solidão.
A Carrapateira é uma pequena aldeia, rodeada por algumas das mais belas dunas e praias do Algarve. Se tiver tempo, visite o Museu da Terra e do Mar da Carrapateira, que destaca o património piscatório e agrícola da região.
A vizinha Praia da Bordeira é a maior praia da Costa Vicentina e apresenta um dos sistemas de dunas mais deslumbrantes de todo o percurso. Outro local perfeito para ver o pôr do sol.
—
Perfil aproximado do percurso
Grau de dificuldade: Médio
Distância: 20 km
Ponto mais alto: 157 m.a.n.m.
Ponto mais baixo: Nível do mar
Ganho de elevação: 300m
Perda de elevação: 350m
—
Refeições: B
Alojamento: Alojamento rural / Casa de hóspedes
Dia 5: Carrapateira até Vila do Bispo
O percurso segue para o interior, revelando o carácter rural do Algarve. A paisagem é uma mistura de colinas onduladas, terras agrícolas e vislumbres ocasionais do oceano.
Vila do Bispo é a porta de entrada para o Cabo de São Vicente. Este é um local que reflecte a profunda ligação do Algarve à terra e ao mar.
Se tiver oportunidade, visite a pequena igreja, Igreja Matriz, que apresenta belos retábulos barrocos. Pode provar pratos locais como o xerém, um prato tradicional à base de farinha de milho, semelhante a papas, muitas vezes combinado com outros ingredientes, dependendo da região.
—
Perfil aproximado da caminhada
Grau de dificuldade: Médio
Distância: 16 km
Ponto mais alto: 135 m.a.s.l.
Ponto mais baixo: Nível do mar
Ganho de elevação: 410m
Perda de elevação: 345m
—
Refeições: B
Alojamento: Alojamento rural / Casa de hóspedes
Dia 6: Vila do Bispo até Sagres
Este dia leva-nos a Sagres e ao Cabo de São Vicente, oferecendo vistas arrebatadoras sobre o Atlântico e uma sensação palpável de antecipação. A paisagem árida dá lugar ao promontório dramático do cabo, outrora considerado o limite do mundo conhecido.
Este local icónico, o Cabo de São Vicente, tem sido um lugar de reverência espiritual desde os tempos antigos. Na época romana, era chamado Promontorium Sacrum (“Promontório Sagrado”). Durante a época dos Descobrimentos, tornou-se um símbolo das ambições marítimas de Portugal e esteve intimamente ligado ao Infante D. Henrique.
Sagres é conhecida pela sua história marítima, onde se ergue a Fortaleza de Sagres, uma fortaleza associada às explorações do século XV. Em 1443, o Infante D. Henrique pediu ao seu irmão D. Pedro que lhe concedesse a região de Sagres para fundar uma vila. A sua carta testamentária, de 19 de setembro de 1460, indica que Sagres se destinava a ser um local de assistência aos navegadores de passagem, oferecendo-lhes mantimentos ou refúgio.
O Farol de São Vicente, situado no cabo, é um dos mais poderosos da Europa, orientando os navios ao longo desta costa histórica.
—
Perfil aproximado da caminhada
Grau de dificuldade: Médio
Distância: 20 km
Ponto mais alto: 148 m.a.n.m.
Ponto mais baixo: Nível do mar
Ganho de elevação: 195m
Perda de elevação: 260m
—
Refeições: B
Alojamento: Alojamento rural / Casa de hóspedes
Dia 7: Sagres
Bom dia de Sagres, a ponta mais ventosa de Portugal e a última paragem da sua viagem ao longo do Trilho dos Pescadores.
Aqui, a terra encontra o oceano numa união dramática de falésias, mar e céu. O ar carrega o cheiro do sal e da liberdade, e os sons das ondas ecoam contra os promontórios escarpados que outrora inspiraram os exploradores a navegar para além do mundo conhecido. Depois de dias de caminhadas ao longo da costa, Sagres é o local perfeito para descansar, refletir e deixar-se levar pelo ritmo do Atlântico.
Passeie pelas ruas descontraídas da vila, onde as lojas de surf, os cafés e os pequenos restaurantes criam uma atmosfera descontraída que é ao mesmo tempo selvagem e acolhedora. Visite a histórica Fortaleza de Sagres e contemple o Cabo de São Vicente, a ponta mais a sudoeste da Europa, onde o pôr do sol se põe num vermelho intenso sobre o vasto oceano.
A vida em Sagres move-se ao sabor das marés. Os pescadores ainda trabalham no pequeno porto, os surfistas perseguem as ondas e os viajantes reúnem-se ao fim da tarde para partilhar histórias do percurso. Desfrute de uma refeição de peixe acabado de pescar ou de arroz de polvo, acompanhada de vinho local, e veja a última luz a desaparecer das falésias.
Sagres não é apenas o fim do Trilho dos Pescadores, é um lugar de recompensa tranquila, onde o espírito selvagem da costa perdura e a viagem encontra a sua conclusão calma junto ao Atlântico sem fim.
A partir de: €835/por pessoa
Razões para percorrer o Trilho dos Pescadores em Portugal
Explore uma das paisagens costeiras mais bem preservadas da Europa, passeie pelo Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.
Uma caminhada única! Ao contrário de muitos trilhos para caminhadas no interior, o Trilho dos Pescadores segue a costa selvagem, muitas vezes em caminhos de areia e margens de falésias. É uma aventura fisicamente envolvente com vistas gratificantes.
Envolver-se com as tradições locais O trilho passa por comunidades tradicionais de pescadores antigos com tradições que foram transmitidas através de gerações.
Provar marisco fresco, como percebes e cataplanas, conhecer produtos artesanais.
Descoberta cultural: explorar a história multifacetada da Península Ibérica
Um trilho da Liberdade, o Trilho dos Pescadores não é uma caminhada cheia de gente ou demasiado turística. Pode experimentar momentos de pura solidão, onde se pode reconectar consigo mesmo e apreciar alguns dos melhores pores-do-sol que alguma vez verá.
Itinerário do Trilho dos Pescadores de Odeceixe a Sagres

92
KM
6
Noites
7
Dias
Odeceixe – Aljezur – Arrifana – Carrapateira – Vila do Bispo – Sagres – Salema – Lagos
Dia 1: Odeceixe
Bem-vindo a Odeceixe, uma vila pitoresca situada entre o Alentejo e o Algarve e uma das mais queridas portas de entrada para o Trilho dos Pescadores.
Aqui, o rio Seixe serpenteia preguiçosamente em direção ao oceano, separando duas regiões e criando um dos mais belos cenários costeiros de Portugal. Passeie pelas ruelas caiadas de branco da antiga aldeia, onde as casas de tons azuis, os pequenos cafés e as lojas locais captam o ritmo tranquilo da vida rural junto ao mar.
A uma curta distância a pé, encontra-se a Praia de Odeceixe, uma praia deslumbrante emoldurada por falésias e dunas, onde o rio encontra o Atlântico numa curva perfeita de areia. Veja os surfistas a surfar nas ondas, mergulhe os pés na água fresca ou simplesmente desfrute do horizonte amplo enquanto o sol se põe atrás das falésias.
Odeceixe ainda mantém o seu encanto simples e autêntico. Os agricultores trabalham nos campos circundantes, os pescadores saem ao amanhecer e o ritmo de vida move-se suavemente com as marés. Ao fim da tarde, prove os sabores da região num dos acolhedores restaurantes da vila, peixe fresco grelhado, salada de polvo ou a clássica cataplana de marisco acompanhada de vinho local.
É o local perfeito para abrandar o ritmo, respirar o ar do mar e preparar-se para a sua viagem para sul, ao longo do Trilho dos Pescadores, onde a beleza selvagem da costa portuguesa se revela passo a passo.
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Alojamento: Alojamento Rural / Casa de Hóspedes
Dia 2: Odeceixe até Aljezur
Seguindo para o interior, o trilho transita para uma mistura de terras agrícolas, colinas onduladas e vistas costeiras. Nesta etapa destaca-se a agricultura tradicional, nomeadamente a cultura da batata-doce.
Aljezur é uma cidade histórica, dominada pelo seu castelo mouro, construído no século X. O castelo oferece vistas panorâmicas sobre a região, enquanto as ruas de calçada e as casas caiadas de branco da vila proporcionam uma viagem no tempo. O Castelo de Aljezur é um dos castelos representados na bandeira nacional portuguesa.
Não perca a especialidade local, a batata-doce de Aljezur, celebrada anualmente no Festival da Batata-doce. Para os amantes de sobremesas, prove os pastéis, os bolos e o pudim de batata-doce, bem como os fritos cobertos com calda de açúcar ou mel, que também são especialidades locais.
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Perfil aproximado do percurso a pé
Nível de dificuldade: Médio
Distância: 19 km
Ponto mais alto: 115 m.a.n.m.
Ponto mais baixo: Nível do mar
Ganho de elevação: 230m
Perda de elevação: 210m
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Refeições: B
Alojamento: Alojamento rural / Casa de hóspedes
Dia 3: Aljezur até Arrifana
Esta etapa leva-nos de volta à costa, com extensões de praias deslumbrantes e falésias dramáticas.
A Arrifana é um paraíso para os surfistas, pois a praia é abrigada por imponentes falésias. Nas proximidades, encontram-se as ruínas do Ribat da Arrifana, uma fortaleza do século XII. O nome “Arrifana” vem da palavra árabe para murta, uma planta que cresce na zona.
Não deixe de provar os pratos locais, como o polvo em azeite, a caldeirada de peixe, as moreias fritas e o polvo com batata-doce.
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Perfil aproximado da caminhada
Grau de dificuldade: Médio
Distância: 17 km
Ponto mais alto: 112 m.a.n.m.
Ponto mais baixo: Nível do mar
Ganho de elevação: 360m
Perda de elevação: 310m
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Refeições: B
Alojamento: Alojamento rural / Casa de hóspedes
Dia 4: Arrifana até Carrapateira
O dia de hoje será marcado por paisagens cruas e indomáveis, perfeitas para quem procura a solidão.
A Carrapateira é uma pequena aldeia, rodeada por algumas das mais belas dunas e praias do Algarve. Se tiver tempo, visite o Museu da Terra e do Mar da Carrapateira, que destaca o património piscatório e agrícola da região.
A vizinha Praia da Bordeira é a maior praia da Costa Vicentina e apresenta um dos sistemas de dunas mais deslumbrantes de todo o percurso. Outro local perfeito para ver o pôr do sol.
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Perfil aproximado do percurso
Grau de dificuldade: Médio
Distância: 20 km
Ponto mais alto: 157 m.a.n.m.
Ponto mais baixo: Nível do mar
Ganho de elevação: 300m
Perda de elevação: 350m
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Refeições: B
Alojamento: Alojamento rural / Casa de hóspedes
Dia 5: Carrapateira até Vila do Bispo
O percurso segue para o interior, revelando o carácter rural do Algarve. A paisagem é uma mistura de colinas onduladas, terras agrícolas e vislumbres ocasionais do oceano.
Vila do Bispo é a porta de entrada para o Cabo de São Vicente. Este é um local que reflecte a profunda ligação do Algarve à terra e ao mar.
Se tiver oportunidade, visite a pequena igreja, Igreja Matriz, que apresenta belos retábulos barrocos. Pode provar pratos locais como o xerém, um prato tradicional à base de farinha de milho, semelhante a papas, muitas vezes combinado com outros ingredientes, dependendo da região.
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Perfil aproximado da caminhada
Grau de dificuldade: Médio
Distância: 16 km
Ponto mais alto: 135 m.a.s.l.
Ponto mais baixo: Nível do mar
Ganho de elevação: 410m
Perda de elevação: 345m
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Refeições: B
Alojamento: Alojamento rural / Casa de hóspedes
Dia 6: Vila do Bispo até Sagres
Este dia leva-nos a Sagres e ao Cabo de São Vicente, oferecendo vistas arrebatadoras sobre o Atlântico e uma sensação palpável de antecipação. A paisagem árida dá lugar ao promontório dramático do cabo, outrora considerado o limite do mundo conhecido.
Este local icónico, o Cabo de São Vicente, tem sido um lugar de reverência espiritual desde os tempos antigos. Na época romana, era chamado Promontorium Sacrum (“Promontório Sagrado”). Durante a época dos Descobrimentos, tornou-se um símbolo das ambições marítimas de Portugal e esteve intimamente ligado ao Infante D. Henrique.
Sagres é conhecida pela sua história marítima, onde se ergue a Fortaleza de Sagres, uma fortaleza associada às explorações do século XV. Em 1443, o Infante D. Henrique pediu ao seu irmão D. Pedro que lhe concedesse a região de Sagres para fundar uma vila. A sua carta testamentária, de 19 de setembro de 1460, indica que Sagres se destinava a ser um local de assistência aos navegadores de passagem, oferecendo-lhes mantimentos ou refúgio.
O Farol de São Vicente, situado no cabo, é um dos mais poderosos da Europa, orientando os navios ao longo desta costa histórica.
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Perfil aproximado da caminhada
Grau de dificuldade: Médio
Distância: 20 km
Ponto mais alto: 148 m.a.n.m.
Ponto mais baixo: Nível do mar
Ganho de elevação: 195m
Perda de elevação: 260m
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Refeições: B
Alojamento: Alojamento rural / Casa de hóspedes
Dia 7: Sagres
Bom dia de Sagres, a ponta mais ventosa de Portugal e a última paragem da sua viagem ao longo do Trilho dos Pescadores.
Aqui, a terra encontra o oceano numa união dramática de falésias, mar e céu. O ar carrega o cheiro do sal e da liberdade, e os sons das ondas ecoam contra os promontórios escarpados que outrora inspiraram os exploradores a navegar para além do mundo conhecido. Depois de dias de caminhadas ao longo da costa, Sagres é o local perfeito para descansar, refletir e deixar-se levar pelo ritmo do Atlântico.
Passeie pelas ruas descontraídas da vila, onde as lojas de surf, os cafés e os pequenos restaurantes criam uma atmosfera descontraída que é ao mesmo tempo selvagem e acolhedora. Visite a histórica Fortaleza de Sagres e contemple o Cabo de São Vicente, a ponta mais a sudoeste da Europa, onde o pôr do sol se põe num vermelho intenso sobre o vasto oceano.
A vida em Sagres move-se ao sabor das marés. Os pescadores ainda trabalham no pequeno porto, os surfistas perseguem as ondas e os viajantes reúnem-se ao fim da tarde para partilhar histórias do percurso. Desfrute de uma refeição de peixe acabado de pescar ou de arroz de polvo, acompanhada de vinho local, e veja a última luz a desaparecer das falésias.
Sagres não é apenas o fim do Trilho dos Pescadores, é um lugar de recompensa tranquila, onde o espírito selvagem da costa perdura e a viagem encontra a sua conclusão calma junto ao Atlântico sem fim.
A partir de: 835 euros/porpessoa
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